"Popularizando e ao mesmo tempo discernindo sobre arte, chegamos á conclusão que a maior contribuição delas todas juntas, seja a concepção de uma arte maior, a de viver."
By Régis
Não existe amor se não houver respeito. Se não houver respeito, não existe amor. Se não houver nada disso, não existe futuro. Se não houver futuro, será o fim da humanidade.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Pensamento
¨Enquanto imperar a filosofia de que há uma raça inferior e outra superior o mundo estará permanentemente em guerra¨.
By Bob is Régis
By Bob is Régis
"A cultura não se herda, conquista-se."
"A cultura histórica tem o objetivo de manter viva a consciência que a sociedade humana tem do próprio passado, ou melhor, do seu presente, ou melhor, de si mesma."
"A grande lei da cultura é esta: deixar que cada um se torne tudo aquilo para que foi criado capaz de ser."
Viva a VIDA e viva a CULTURA.
By. Régis.
"A grande lei da cultura é esta: deixar que cada um se torne tudo aquilo para que foi criado capaz de ser."
Viva a VIDA e viva a CULTURA.
By. Régis.
domingo, 15 de novembro de 2009
Citações sobre cultura
"A cultura está acima da diferença da condição social."
"A cultura não se herda, conquista-se."
"A grande lei da cultura é esta: deixar que cada um se torne tudo aquilo para que foi criado capaz de ser."
Essas são algumas das frases as quais estarão sempre presente neste blog.
Ass. Respeito é Regra.
"A cultura não se herda, conquista-se."
"A grande lei da cultura é esta: deixar que cada um se torne tudo aquilo para que foi criado capaz de ser."
Essas são algumas das frases as quais estarão sempre presente neste blog.
Ass. Respeito é Regra.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Pintura do barco prejudica caranguejos
Pintura do barco prejudica caranguejos
Tinta usada em pintura de barcos causa estranha mutação genética em caranguejos de várias praias brasileiras
Publicado em: 11/2009
Estudos recentes apontam a possibilidade de um tipo de tinta bastante usado em cascos de barco estar agindo na “masculinização” das fêmeas do caranguejo Clibanarius vittatus, encontrado, por exemplo, nas praias de Cananéia (SP) e Parati (RJ).
Segundo o biólogo Bruno Sant’Anna, da UNESP, caranguejos estudados nessas regiões continham o composto TBT (tributilestanho) em seus organismos.
Mesmo proibida em vários países, essa substância é usada na pintura de cascos desde os anos 60 e ajuda a evitar que algas e mexilhões grudem neles, diminuindo a velocidade dos barcos.
Não é de hoje que há suspeitas de que essa tinta provoca imposição sexual aos moluscos, mas só agora surge essa possibilidade também com caranguejos. O número registrado até agora é baixo – cerca de 5% dos caranguejos estudados são hermafroditas –, mas já é suficiente para assustar os pesquisadores.
Outros locais serão estudados e, infelizmente, não há grandes perspectivas de solução para o problema
Tinta usada em pintura de barcos causa estranha mutação genética em caranguejos de várias praias brasileiras
Publicado em: 11/2009
Estudos recentes apontam a possibilidade de um tipo de tinta bastante usado em cascos de barco estar agindo na “masculinização” das fêmeas do caranguejo Clibanarius vittatus, encontrado, por exemplo, nas praias de Cananéia (SP) e Parati (RJ).
Segundo o biólogo Bruno Sant’Anna, da UNESP, caranguejos estudados nessas regiões continham o composto TBT (tributilestanho) em seus organismos.
Mesmo proibida em vários países, essa substância é usada na pintura de cascos desde os anos 60 e ajuda a evitar que algas e mexilhões grudem neles, diminuindo a velocidade dos barcos.
Não é de hoje que há suspeitas de que essa tinta provoca imposição sexual aos moluscos, mas só agora surge essa possibilidade também com caranguejos. O número registrado até agora é baixo – cerca de 5% dos caranguejos estudados são hermafroditas –, mas já é suficiente para assustar os pesquisadores.
Outros locais serão estudados e, infelizmente, não há grandes perspectivas de solução para o problema
domingo, 8 de novembro de 2009
Chaga da Humanidade
Conta-se que, certa vez, um adestrado catador de caranguejos executava sua tarefa num mangue, quando alguns turistas pararam para observar o seu trabalho.
Era um esforço grande que realizava o homem, todo enlameado. O que perceberam os observadores é que o catador tinha dois baldes. Um com tampa e outro sem tampa.
A cada caranguejo que pegava em suas mãos, examinava e concluía: este é bom, e colocava no balde com tampa. Ou, este é ruim, e colocava no balde sem tampa.
Depois de um determinado período, um dos turistas não aguentou a curiosidade e perguntou ao catador de caranguejos por que ele realizava aquela divisão em baldes diferentes, algo que absolutamente ele não conseguia entender.
O trabalhador não se fez de rogado e foi explicando: É simples, muito simples. Coloco no balde com tampa os caranguejos bons, para eles não fugirem, pois eles têm condições de retornar ao seu local de origem, seu próprio mundo.
Mas os caranguejos ruins não precisam de tampa. São uns egoístas. Quando um deles tenta fugir, sair do balde, os outros se agarram nele e o puxam para baixo. Por isso, com eles não preciso me preocupar.
Reflexão:
Por vezes, em nossas ações, nos comportamos de forma semelhante aos pequenos animais da história. É quando nos deixamos dominar pelo egoísmo, essa chaga da humanidade, que deve desaparecer da Terra, pois que compromete o progresso.
O egoísmo é filho do orgulho e é causador de muitos males. É a negação da caridade e somente tem contribuído para tornar os homens infelizes.
Graças ao egoísmo, o homem tem vivido muito mais para sua própria satisfação do que para o interesse dos demais.
Nas relações conjugais, mais de uma vez surgem questiúnculas porque cada um deseja que o outro ceda, renuncie em seu favor.
Por egoísmo, a esposa não permite ao marido a continuidade de estudos avançados que lhe exigiriam algumas horas a mais, fora do lar, por determinado período.
Por egoísmo, o marido cria obstáculos a voos mais altos da esposa, pois a deseja para si em todos os momentos.
Em nome do egoísmo, irmãos entram em disputas judiciais pela posse de bens perecíveis, destruindo-se mutuamente e infelicitando os pais desencarnados.
Por egoísmo, obras de arte permanecem ocultas a muitos olhos, segregadas em salas fechadas e exclusivas.
Por egoísmo, nos fechamos, impedindo-nos de progredir. Por causa dele, erguemos altos muros ao nosso redor.
Cerramos as portas do coração e as janelas da alma, não desejando que outros desfrutem da beleza dos nossos jardins ou das riquezas de nossa intimidade.
Quando os ventos do egoísmo soprarem débeis ou fortes nas veredas das nossas vidas, preservemo-nos da sua ação destruidora, recordando que efêmera é a passagem pela Terra.
Que os únicos bens que realmente nos beneficiarão são os do Espírito, frutos da ação generosa, da divisão e distribuição, do que temos à farta: bens materiais, inteligência, tempo, amor.
By Régis
Era um esforço grande que realizava o homem, todo enlameado. O que perceberam os observadores é que o catador tinha dois baldes. Um com tampa e outro sem tampa.
A cada caranguejo que pegava em suas mãos, examinava e concluía: este é bom, e colocava no balde com tampa. Ou, este é ruim, e colocava no balde sem tampa.
Depois de um determinado período, um dos turistas não aguentou a curiosidade e perguntou ao catador de caranguejos por que ele realizava aquela divisão em baldes diferentes, algo que absolutamente ele não conseguia entender.
O trabalhador não se fez de rogado e foi explicando: É simples, muito simples. Coloco no balde com tampa os caranguejos bons, para eles não fugirem, pois eles têm condições de retornar ao seu local de origem, seu próprio mundo.
Mas os caranguejos ruins não precisam de tampa. São uns egoístas. Quando um deles tenta fugir, sair do balde, os outros se agarram nele e o puxam para baixo. Por isso, com eles não preciso me preocupar.
Reflexão:
Por vezes, em nossas ações, nos comportamos de forma semelhante aos pequenos animais da história. É quando nos deixamos dominar pelo egoísmo, essa chaga da humanidade, que deve desaparecer da Terra, pois que compromete o progresso.
O egoísmo é filho do orgulho e é causador de muitos males. É a negação da caridade e somente tem contribuído para tornar os homens infelizes.
Graças ao egoísmo, o homem tem vivido muito mais para sua própria satisfação do que para o interesse dos demais.
Nas relações conjugais, mais de uma vez surgem questiúnculas porque cada um deseja que o outro ceda, renuncie em seu favor.
Por egoísmo, a esposa não permite ao marido a continuidade de estudos avançados que lhe exigiriam algumas horas a mais, fora do lar, por determinado período.
Por egoísmo, o marido cria obstáculos a voos mais altos da esposa, pois a deseja para si em todos os momentos.
Em nome do egoísmo, irmãos entram em disputas judiciais pela posse de bens perecíveis, destruindo-se mutuamente e infelicitando os pais desencarnados.
Por egoísmo, obras de arte permanecem ocultas a muitos olhos, segregadas em salas fechadas e exclusivas.
Por egoísmo, nos fechamos, impedindo-nos de progredir. Por causa dele, erguemos altos muros ao nosso redor.
Cerramos as portas do coração e as janelas da alma, não desejando que outros desfrutem da beleza dos nossos jardins ou das riquezas de nossa intimidade.
Quando os ventos do egoísmo soprarem débeis ou fortes nas veredas das nossas vidas, preservemo-nos da sua ação destruidora, recordando que efêmera é a passagem pela Terra.
Que os únicos bens que realmente nos beneficiarão são os do Espírito, frutos da ação generosa, da divisão e distribuição, do que temos à farta: bens materiais, inteligência, tempo, amor.
By Régis
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sábado, 7 de novembro de 2009
Oficina da Palavra Casa Mário de Andrade
Oficina da Palavra Casa Mário de Andrade
Coordenação: Rosa Artigas
Rua Lopes Chaves, nº 546 – Barra Funda - São Paulo-SP
Fone: (11) 3666-5803 / 3826-4085
Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 22h
Sábado, das 10h às 18h e domingo das 13h às 18h
www.oficinasculturais.org.br
“Aqui tudo se acumulou. Esta é a Rua Lopes Chaves, 546, outrora 108" (Carlos Drummond de Andrade).
Nesse endereço, antiga casa do renomado escritor e intelectual Mário de Andrade (1893 -1945), funciona desde agosto de 1990 a Oficina da Palavra. É uma Oficina temática, isto é, sua programação é voltada para uma área específica — a do texto e da literatura. Seus projetos incluem o estudo e a criação de diversos gêneros literários (conto, romance, poesia e dramaturgia), jornalismo, crítica, interpretação de textos e redação, somados a palestras, ciclos de depoimentos de escritores, leituras dramáticas, recitais, mostras de filmes e lançamentos de livros, bem como atividades correlatas como, por exemplo, ilustração e encadernação.
Entre os nomes que já passaram pela programação da Oficina da Palavra estão Marcos Rey, Lygia Fagundes Telles, Ivan Ângelo, José Simão, Caio Fernando Abreu, João Silvério Trevisan, Ruth Rocha, João Cabral de Melo Neto, Ignácio de Loyola Brandão e Renata Pallotini, entre muitos outros.
Coordenação: Rosa Artigas
Rua Lopes Chaves, nº 546 – Barra Funda - São Paulo-SP
Fone: (11) 3666-5803 / 3826-4085
Funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 22h
Sábado, das 10h às 18h e domingo das 13h às 18h
www.oficinasculturais.org.br
“Aqui tudo se acumulou. Esta é a Rua Lopes Chaves, 546, outrora 108" (Carlos Drummond de Andrade).
Nesse endereço, antiga casa do renomado escritor e intelectual Mário de Andrade (1893 -1945), funciona desde agosto de 1990 a Oficina da Palavra. É uma Oficina temática, isto é, sua programação é voltada para uma área específica — a do texto e da literatura. Seus projetos incluem o estudo e a criação de diversos gêneros literários (conto, romance, poesia e dramaturgia), jornalismo, crítica, interpretação de textos e redação, somados a palestras, ciclos de depoimentos de escritores, leituras dramáticas, recitais, mostras de filmes e lançamentos de livros, bem como atividades correlatas como, por exemplo, ilustração e encadernação.
Entre os nomes que já passaram pela programação da Oficina da Palavra estão Marcos Rey, Lygia Fagundes Telles, Ivan Ângelo, José Simão, Caio Fernando Abreu, João Silvério Trevisan, Ruth Rocha, João Cabral de Melo Neto, Ignácio de Loyola Brandão e Renata Pallotini, entre muitos outros.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Biografia de Sigmund Freud (CURIOSIDADE)
Biografia de Sigmund Freud
Sigmund Freud desenvolveu um conjunto de teorias que ele chamou de psicanálise. E ela não foi apenas uma terapia para o alívio de muitos distúrbios mentais, mas um fundamento teórico que revolucionou a interpretação da sociedade e da cultura.
Sigmund Freud desenvolveu um conjunto de teorias que ele chamou de psicanálise. E ela não foi apenas uma terapia para o alívio de muitos distúrbios mentais, mas um fundamento teórico que revolucionou a interpretação da sociedade e da cultura.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Quilombo dos Palmares - Zumbi
O Quilombo dos Palmares, foi a maior comunidade de escravos fugidos que existiu no Brasil. Palmares, que ficava na Serra da Barriga, atual Estado de Alagoas e chegou a reunir cerca de 30 mil pessoas. Era uma região montanhosa de difícil acesso e densa floresta que encobria os mocambos. Recebeu esse nome devido à grande quantidade de palmeira pindoba encontrada nessa região.
Breve Resumo
Breve Resumo
A palavra quilombo tem sua origem da palavra “kilombo”, do idioma Mbundu dos bantus, povos da região onde hoje é o país de Angola; e quer dizer o mesmo que acampamento ou fortaleza. No Brasil, se tornou um termo diretamente ligado ao período de trabalho escravo, para designar as comunidades em lugares de difícil acesso, onde escravos insatisfeitos com sua própria condição, fugitivos de seus senhores naquele período (séc. XVI, XVII e XVIII) se refugiavam, se uniam e se organizavam, de forma econômica, política, religiosa, social e militar, conforme a cultura que traziam de suas terras natais.
Os primeiros quilombos brasileiros remontam ao primeiro
período do Brasil Colônia, assim que se substituiu gradativamente a mão de
obra indígena pelo braço forte dos
africanos (a partir de 1548), sem precisar datas; porém, tendo uma organização
mais aprimorada e uma pseudo expansão em meados de 1590 em diante.
O quilombo mais conhecido na história do Brasil é o Quilombo
dos Palmares, que se situa onde é o município de União dos Palmares, região no
Estado Brasileiro de Alagoas, antes pertencente à capitania de Pernambuco, na
região da Serra da Barriga, no período regido por capitanias hereditárias. O
nome Quilombo dos Palmares se deu devido à vasta e densa vegetação
predominantemente formada por palmeiras da região. Os primeiros escravos
chegaram aos Palmares aproximadamente em 1580 e eram fugitivos de engenhos de
produção açucareira das capitanias de Pernambuco e da Bahia.

Primeiramente eram liderados por Ganga Zumba, um descendente
da linhagem de um reino tribal da Angola que liderava, organizava e recebia
constantemente novos recém-chegados ao quilombo. Teve o seu ápice em população
e organização no período de 1624 a 1654, onde dados históricos registram
aproximadamente 35 mil habitantes, espalhados em uma área de mais de 200 km. de
extensão, passando por diversas investidas das tropas coloniais e até de
invasores holandeses.
Sempre reconhecidos por sua grande habilidade militar e
capacidade de organização em sociedade, os quilombolas dos palmares resistiram
por mais de 100 anos sem que fossem dominados ou dissipados.
Num período em que a colônia propôs um acordo de trégua com
os quilombolas, prometendo liberdade aos que eram nascidos nos Palmares e
restringindo a recepção de novos fugitivos, Ganga Zumba, então líder dos
Palmares, aceita o termo, que mais tarde seria descumprido pela colônia. Após
uma morte por envenenamento, assume a liderança o sobrinho de Ganga Zumba, o
conhecido Zumbi, em que, sob sua liderança, o Quilombo dos Palmares teve o seu
maior reconhecimento por sua exímia liderança militar.

Depois de um século de constantes ataques e tentativas de
acordos frustradas em tentar acabar ou
diluir os fortalecidos negros palmarinos, Zumbi é traído por um de seus
aliados, que havia sido capturado por tropas de bandeirantes lideradas por
Domingos Jorge Velho. Foram contratadas pela capitania de Pernambuco,
entregando, assim, o paradeiro do líder quilombola que se encontrava ferido e
escondido, o qual, sendo encontrado, foi morto decapitado e teve sua cabeça
exposta em Recife.
Após a morte de Zumbi (1695), Palmares sem uma referência de
líder, se dissipa e os refugiados foram
espalhados pela região, foram mortos ou mesmo recapturados.
Mesmo com a dissolução do Quilombo dos Palmares, no Brasil,
esses tipos de comunidades, de uma forma ou de outra, nunca deixaram de existir
em praticamente todas as regiões do país, ainda que em número e expressividade
menores devido ao fim do escravismo.
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