sábado, 19 de fevereiro de 2011

Parábola do amor

Esta parábola nos faz refletir sobre como tornar um amor duradouro.

Certa vez, uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia.
A menina perguntou: Como se faz para manter um amor?
A mãe respondeu: Pega num pouco de areia e fecha a mão com força...
A menina assim fez e reparou que quanto mais apertava a areia com a mão, mais ela se escapava.
Mamãe, mas assim a areia cai!!! Disse a menina. 
Eu sei, agora abre completamente a mão... Respondeu a mãe.
A menina assim fez, mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava. Ela disse, assim também não consigo mantê-la na minha mão!
A mãe, sempre a sorrir, disse-lhe: Agora pega outra vez num pouco de areia e mantem na mão semi-aberta como se fosse uma colher... Bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade.
A menina experimenta e vê que a areia não escapa da mão e está protegida do vento.
Viu só, é assim que se faz durar um amor...

Moral da história:

Jamais pense que amar é ser dono de alguém, é ter a pessoa em suas mãos.
Amar é proteger, mas dar liberdade, é confiar, é ser amigo, companheiro.
E você como está amando?

By Régis

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A Face de Deus

Havia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus.
Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente. Um dia, encheu sua mochila com pastéis e guaraná e saiu para brincar no parque. Quando ele andou umas três quadras, encontrou um velhinho sentando em um banco da praça olhando os pássaros. O menino sentou-se junto a ele, abriu sua mochila e quando ia tomar um gole de guaraná,  olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então ofereceu-lhe um pastel. O velhinho muito agradecido, aceitou, e sorriu ao menino.
Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo; então ele ofereceu-lhe seu guaraná. Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. O menino estava tão feliz! Ficaram sentados ali, sorrindo, comendo pastel e bebendo guaraná pelo resto da tarde, sem falarem um ao outro.
Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho. Aí o velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido.
Quando o menino entrou em casa, sua mãe, surpresa ao ver a felicidade estampada em sua face, perguntou:
- O que você fez hoje que te deixou tão feliz assim?
Ele respondeu.
- Passei a tarde com Deus – e acrescentou – Sabe, Ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi!
Enquanto isso, o velhinho chegou em casa com o mais radiante sorriso na face, e seu filho perguntou:
- Por onde você esteve que está tão feliz?
E o velhinho respondeu:
- Comi pastéis e tomei guaraná no parque com Deus.
Antes que seu filho pudesse dizer algo, falou:
- Você sabe que Ele é bem mais jovem do que eu pensava?
Moral da história:
A face de Deus está em todas as pessoas e coisas, se são vistas por nós com os olhos do amor e do coração.

By Régis

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

OS VIAJANTES E O URSO

Dois homens viajavam juntos através de uma densa floresta, quando, de repente, sem que nenhum deles esperasse, um enorme urso surgiu do meio da vegetação, à frente deles.



Um dos viajantes, de olho em sua própria segurança, não pensou duas vezes, correu e subiu numa árvore.


Ao outro, incapaz de enfrentar aquela enorme fera sozinho, restou deitar-se no chão e permanecer imóvel, fingindo-se de morto. Ele já escutará que um Urso, e outros animais, não tocam em corpos de mortos.


Isso pareceu ser verdadeiro, pois o Urso se aproximou dele, cheirou sua cabeça de cima para baixo, e então, aparentemente satisfeito e convencido que ele estava de fato morto, foi embora tranquilamente.


O homem que estava em cima árvore então desceu. Curioso com a cena que viu lá de cima, ele perguntou:


“Me pareceu que o Urso estava sussurrando alguma coisa em seu ouvido. Ele lhe disse algo?”


“Ele disse sim!” respondeu o outro:
Disse que não é nada sábio e sensato de minha parte, andar na companhia de um amigo, que no primeiro momento de aflição me deixa na mão!”.


Moral da História:


“A crise é o melhor momento para nos revelar quem são os verdadeiros amigos.”
 
By Régis

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

AS SEMENTES DE DEUS

Um rapaz entrou numa loja e viu um sehor no balcão.
Maravilhado com a beleza do lugar, perguntou-lhe:
Senhor, o que se vende aqui?
Todos os dons de Deus.
E custam muito? - perguntou novamente.
Não custam nada. Aqui tudo é de graça.
O rapaz contemplou a loja e viu que havia: jarros de amor, vidros de fé, pacotes de esperança, caixinhas de salvação, muita sabedoria, fardos de perdão, pacotes grandes de paz e muitos outros dons de Deus.
TOMOU CORAGEM E PEDIU:
Por favor, quero o maior jarro de amor de Deus, todos os fardos de perdão e um vidro grande de fé, para mim e para toda a minha familia.
ENTÃO, o senhor preparou tudo e entregou-lhe um pequeno embrulho que cabia na palma da sua mão.
INCRÉDULO, ele disse:
MAS COMO PODE ESTAR AQUI TUDO O QUE PEDI?
SORRINDO O SENHOR LHE RESPONDEU:
MEU QUERIDO IRMÃO, NA LOJA DE DEUS NÃO VENDEMOS FRUTOS, SÓ SEMENTES.

PLANTE-AS !!!


By Régis

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O arrependimento e a culpa

Um belo dia de sol, um velho caminhoneiro chega em casa todo orgulhoso e chama a sua esposa para ver o lindo caminhão que tinha acabado de comprar.
Disse ele: depois de longos e árduos 20 anos de trabalho esse é meu.
Era o primeiro que conseguia comprar, depois de tantos anos de sufoco e estrada.
A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão.
Ao chegar à porta de casa, encontra seu filhinho de seis anos, martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão.
Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e, sem hesitar, completamente fora de si, martela impiedosamente as mãos do garoto, que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo.
A mulher do caminhoneiro corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer.
Chorando junto ao filho, consegue trazer o marido à realidade, e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados.
Passadas várias horas de cirurgia, o médico desconsolado e bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão, que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados.
Porém, o menino era forte e resistia bem ao ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo no quarto.
Ao acordar, o menino ainda sonolento esboçou um sorriso e disse ao pai:
-Papai, me desculpe. Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia.
Não fique bravo comigo.
O pai, enternecido e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância.
Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele e que a lataria do caminhão não tinha estragado.
Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:
- Quer dizer que não está mais bravo comigo?
- É claro que não! – respondeu o pai.
Ao que o menino pergunta:
- Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?
Moral da história:

Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos, e muitas vezes não podemos “sarar” a ferida que deixamos.
Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes, a fim de evitar que os danos seja irreversíveis.
Não há nada pior que o arrependimento e a culpa.
Reflita!
By Régis
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