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domingo, 27 de abril de 2014

A CULPA E O ARREPENDIMENTO


Um belo dia de sol, um velho caminhoneiro chega em casa todo orgulhoso e chama a sua esposa para ver o lindo caminhão que tinha acabado de comprar.
Disse ele: depois de longos e árduos 20 anos de trabalho esse é meu.
Era o primeiro que conseguia comprar, depois de tantos anos de sufoco e estrada.
A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão.
Ao chegar à porta de casa, encontra seu filhinho de seis anos, martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão.
Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e, sem hesitar, completamente fora de si, martela impiedosamente as mãos do garoto, que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo.
A mulher do caminhoneiro corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer.
Chorando junto ao filho, consegue trazer o marido à realidade, e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados.
Passadas várias horas de cirurgia, o médico desconsolado e bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão, que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados.
Porém, o menino era forte e resistia bem ao ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo no quarto.
Ao acordar, o menino ainda sonolento esboçou um sorriso e disse ao pai:
-Papai, me desculpe. Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. 
O pai, enternecido e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância. 
Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele e que a lataria do caminhão não tinha estragado.
Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:
- Quer dizer que não está mais bravo comigo?
- É claro que não! – respondeu o pai.
Ao que o menino pergunta:
- Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?
Moral da história:
Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos, e muitas vezes não podemos “sarar” a ferida que deixamos.
Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes, a fim de evitar que os danos seja irreversíveis.
Não há nada pior que o arrependimento e a culpa.
Reflita!
Enquanto que o arrependimento nos move para fazermos alguma coisa com relação ao que fizemos de errado. Se nos mantemos na culpa, ficamos sempre amargurando o erro cometido.

Sugestão de vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=FTJgXwX0o4U

By Régis

sexta-feira, 17 de junho de 2011

DEIXE O BARRO SECAR (Deixe a raiva passar)


Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas .
No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
"Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo?
Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão."
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
"Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.
Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.
Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro.Depois fica bem mais fácil resolver tudo."
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha.
Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
"Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei.
Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você.
Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa."
"Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou."
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.
REFLEXÃO:
Nunca tome qualquer atitude com raiva.
A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.
Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta diante de uma situação difícil.
Nunca se esqueça: Deixe a raiva secar…
Muitas vezes num momento de revolta, tomamos alguma atitude sem pensarmos nas consequencias, por isso temos que parar, pensar, refletir e antes de tudo, esfriar a cabeça para depois pensar em qual atitude tomar.
É melhor esperar e tomar as decisões com a cabeça fria do que fazer qualquer coisa de que possamos nos arrepender por toda a vida...
By Régis

domingo, 12 de junho de 2011

APRENDA A CONTROLAR OS IMPULSOS


Conta a história: Um Lenhador acordava ás 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, só parando tarde da noite. 
Ele tinha um filho lindo de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança. 
Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do bebê. Ao anoitecer, a raposa ficava feliz com sua chegada. 
Os Vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem e, portanto, não era um bicho, um animal confiável, e quando sentisse fome, comeria a criança. O lenhador dizia que isso era uma grande bobagem, pois a raposa era sua amiga e jamais faria isso. 
Mesmo assim os vizinhos insistiam: - Lenhador, abra os olhos ! A raposa vai comer seu filho. Quando ela sentir fome vai comer seu filho ! 
Um dia o lenhador, exausto do trabalho e cansado desses comentários, chegou a casa e viu a raposa sorrindo como sempre, com sua boca totalmente ensanguentada. O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, acertou o machado na cabeça da raposa. Desesperado, entrou correndo no quarto quando encontrou seu filho no berço, dormindo tranquilamente, e ao lado do berço, uma cobra morta. 
Reflexão:

Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar; mas, principalmente, nunca tome decisões precipitadas… A confiança quando é adquirida é fundamental e importante para manutenção da amizade, pois do contrário ela não se mantêm…
Controlar nossos impulsos assegura serenidade e razão as nossas decisões
By Régis

sábado, 21 de maio de 2011

Barulho de Carroça


Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa ?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai. É uma carroça vazia ...
Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos ?
- Ora, respondeu meu pai. 
É muito fácil saber que uma carroça está vazia, é por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, inoportuna e interrompendo a conversa de todo mundo, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo...


Reflexão:
Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.
Bem diz a história, temos o dom da fala, para fazermos barulho devemos respeitar algumas regras da boa convivência e do caminho para viver bem.  E a principal delas é: O que se faz necessário? Vejamos na nossa caminhada, quando se faz necessário fazermos barulho e realmente se vale a pena em certos momentos. Talvez um trocadilho muito comum que se parece com esse texto é: Cabeça vazia, oficina do mal.
Tiago 1,19
19.Já o sabeis, meus diletíssimos irmãos: todo homem deve ser pronto para ouvir, porém tardo para falar e tardo para se irar.
By Régis

domingo, 8 de maio de 2011

DEUS É COMO AÇUCAR

Um certo dia, a professora querendo saber se todos tinham estudado a lição dominical, perguntou as crianças quem saberia explicar quem é Deus? 
Uma das crianças levantou o braço e disse:
- Deus é o nosso pai, Ele fez a terra, o mar e tudo que está nela; nos fez como filhos dele.
A professora, querendo buscar mais respostas, foi mais longe:
- Como vocês sabem que Deus existe, se nunca o viu?
Pedro, um menino muito tímido, levantou as mãozinhas e disse:
- A minha mãe me disse que Deus é como o açúcar no meu leite que ela faz todas as manhãs, eu não vejo o açúcar que está dentro da caneca no meio do leite, mas se ela tira, fica sem sabor. Deus existe, e está sempre no meio de nós, só que não o vemos, mas se ele sair de perto, nossa vida fica... sem sabor.
A professora sorriu e disse:
- Muito bem Pedro, eu ensinei muitas coisas a vocês, mas você me ensinou algo mais profundo que tudo o que eu já sabia. Eu agora sei que Deus é o nosso açúcar e que está todos os dias adoçando a nossa vida!
Deu-lhe um beijo e saiu surpresa com a resposta daquela criança.
Reflexão:

A sabedoria não está no conhecimento, mas na vivência de DEUS em nossas vidas, pois teorias existem muitas, mas doçura como a de DEUS não existe e nunca existirá, por isso deixe que Ele adoce sempre sua vida...
By Régis

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O arrependimento e a culpa

Um belo dia de sol, um velho caminhoneiro chega em casa todo orgulhoso e chama a sua esposa para ver o lindo caminhão que tinha acabado de comprar.
Disse ele: depois de longos e árduos 20 anos de trabalho esse é meu.
Era o primeiro que conseguia comprar, depois de tantos anos de sufoco e estrada.
A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão.
Ao chegar à porta de casa, encontra seu filhinho de seis anos, martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão.
Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e, sem hesitar, completamente fora de si, martela impiedosamente as mãos do garoto, que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo.
A mulher do caminhoneiro corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer.
Chorando junto ao filho, consegue trazer o marido à realidade, e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados.
Passadas várias horas de cirurgia, o médico desconsolado e bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão, que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados.
Porém, o menino era forte e resistia bem ao ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo no quarto.
Ao acordar, o menino ainda sonolento esboçou um sorriso e disse ao pai:
-Papai, me desculpe. Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia.
Não fique bravo comigo.
O pai, enternecido e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância.
Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele e que a lataria do caminhão não tinha estragado.
Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:
- Quer dizer que não está mais bravo comigo?
- É claro que não! – respondeu o pai.
Ao que o menino pergunta:
- Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?
Moral da história:

Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos, e muitas vezes não podemos “sarar” a ferida que deixamos.
Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes, a fim de evitar que os danos seja irreversíveis.
Não há nada pior que o arrependimento e a culpa.
Reflita!
By Régis

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Cachorrinho Manco - Reflexão

Diante de uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos filhotes a venda. "Entre 30 e 50 dólares", respondeu o dono da loja.
O menino puxou uns trocados do bolso e disse:
- "Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes?"
O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pelo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível.
Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou:
- "O que é que há com ele?"
O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar. O menino se animou e disse:
- "Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!"
O dono da loja respondeu:
- "Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente."
O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse:
- "Eu não quero que você o de para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 centavos por mês, ate completar o preço total."
O dono da loja contestou:
- "Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos."
Ai', o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calca para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar.
Olhou bem para o dono da loja e respondeu:
- "Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso."
Reflexão:
Voce entenderia???
By Régis

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Crianças não são armas....

É comum, na vida de alguns casais que, depois de certo tempo, o casamento entre em crise. Os esposos, que antes desfrutavam de prazer, pelo simples fato de estarem juntos, começam a sentir desconforto um com a presença do outro e acabam optando pela separação.
É nesses momentos, em que a mágoa extravasa e a amargura se instala, que marido e mulher passam a utilizar os filhos como mísseis teleguiados, objetivando atingir o alvo em cheio.
São críticas acerbas feitas em presença dos pequenos e para eles, com o fim único de que as repitam para o outro cônjuge, quando com ele estiverem.
Ou, então, um dos cônjuges decide que, já que foi rompido o compromisso matrimonial, não há motivo algum para que o outro prossiga a visitar, a ver, a usufruir da companhia dos filhos.
Aquele que assim procede, esquece que as crianças não têm nada a ver com a problemática que envolve os pais.
Não são raros os casos em que o pai ou a mãe decide fugir com os pequenos, justamente para evitar a presença do companheiro que agora lhe é nociva.
Há os que buscam ocultá-los em casa de amigos, parentes, com a mesma finalidade. Em nenhum momento, pensam que os filhos amam o pai e a mãe, sem se importar com o que tenham feito ou deixado de fazer.
Mais do que isso, os filhos se ressentem do rompimento que, habitualmente, ocorre de repente, surpreendendo-os, na fragilidade de seus anos.
Grave igualmente quando as crianças são utilizadas como motivos de chantagem, no intuito de tirar vantagens financeiras do outro ou conseguir algumas regalias a mais.
Qualquer que seja a situação, qualquer que seja o motivo, transformar os nossos filhos em armas para ferir não é moral e isso refletirá de forma negativa em suas vidas.
Os pequenos assim feridos e que se sentem como pontos de disputa, de chantagem ou de agressão, têm lesionados os centros do sentimento.
Irão se sentir feridos nas profundezas da alma, cujas cicatrizes só desaparecerão a custo de muitas lágrimas, com consequências desastrosas em seu campo afetivo.
Impedir que as crianças amenizem sua saudade com a presença do que se foi em busca de outros rumos para sua vida, por decisão unilateral ou de ambos, é atitude que denota egoísmo.
Como pais, responsáveis pelos Espíritos que Deus nos confiou, teremos que responder, perante as Leis Divinas, por essas ações que somente demonstram que não amadurecemos ainda, desde que estamos nos comportando como meninos a quem foi privado um capricho, um desejo e arquitetamos vingança.
Se as nossas atitudes impensadas de cônjuges magoados vierem a causar traumas nas almas dos nossos pequerruchos, isso será, hoje e amanhã, de nossa inteira responsabilidade.
Nenhum ser dispõe de regalias para abusar impunemente de outro.
Se nos reconhecermos lesados afetivamente, no relacionamento conjugal e optarmos por rescindir o contrato de matrimônio, não renunciemos ao dever de amparar os nossos filhos.
E não esqueçamos de que só pelo esquecimento das faltas uns dos outros é que nos credenciaremos à perfeição.
Vamos amar nossas crianças, pois elas serão o nosso futuro.
By Régis
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